Tenho caspa?

A caspa é um fenómeno muito frequente. Uma em cada duas pessoas desenvolverá caspa em algum momento da sua vida. Pode ser uma situação temporária ou prolongada.
A caspa é causada por múltiplos fatores, sendo por isso que certas pessoas desenvolvem caspa e outras não. Deixamos-lhe algumas dicas para ajudar a identificar a caspa e os sintomas associados.

Caspa: o que deve fazer?

Será caspa? Tenho muita caspa no meu cabelo, porquê? Tenho caspa, o que devo fazer? Como posso livrar-me da caspa?
São algumas das perguntas que nos fazemos quando nos confrontamos com este fenómeno, que se torna uma fonte de ansiedade e de dúvidas.
Contudo, antes de iniciar o tratamento é importante certificar-se de que se trata, de facto, de caspa. Se tiver dúvidas, não hesite em consultar um profissional de saúde.

Como identificar a caspa seca?

A caspa consiste em pequenas escamas brancas ou amarelas (aglomerados compactos de células mortas) que se acumulam na superfície do couro cabeludo e no cabelo.A caspa pode assumir uma de duas formas, dependendo do tipo de couro cabeludo.
A caspa no couro cabeludo seco é mais seca, de partículas menores e mais leves, que caem na roupa e parecem flocos. Tenha atenção para não a confundir com a psoríase do couro cabeludo , que se caracteriza pela presença de manchas vermelhas, cobertas de escamas brancas espessas. Se tiver dúvidas, não hesite em consultar o seu dermatologista.
A caspa no couro cabeludo oleoso é oleosa e de maiores dimensões, pois forma aglomerados e é mais propensa a aderir ao cabelo. É mais raro encontrá-la na roupa.

Em alguns casos, a caspa pode ser confundida com as lêndeas. Nos primeiros dias pode ser difícil distinguir as lêndeas (ovos dos piolhos) da caspa . Se tiver dúvidas, não hesite em consultar o seu médico ou farmacêutico para evitar que os piolhos da cabeça tenham a oportunidade de proliferar!

Onde é que a caspa surge?

Quando falamos em caspa, referimo-nos normalmente às escamas que se veem no cabelo ou no couro cabeludo. A “caspa” no rosto é denominada simplesmente escamas.

Portanto, a caspa consiste em pequenas escamas esbranquiçadas visíveis no cabelo e no couro cabeludo.
Na maioria dos casos, a caspa surge no couro cabeludo, mas é também possível ver caspa na barba e até caspa nas sobrancelhas .

Quem pode ter caspa?

A caspa tem várias origens. Pensa-se que é causada por uma desregulação da produção de sebo, pela proliferação de determinados microrganismos e por uma sensibilidade particular do couro cabeludo.

A descamação do couro cabeludo está intimamente relacionada com a atividade das glândulas sebáceas, responsáveis pela produção de sebo. Nos recém-nascidos, estas glândulas são precocemente ativadas e estimuladas sob a influência das hormonas maternas, o que pode originar aquilo a que chamamos crosta láctea. Durante a infância, a atividade das glândulas abranda, pelo que a caspa é um fenómeno raro. Mais tarde, durante a puberdade e sob a influência das hormonas sexuais, a produção de sebo aumenta, sendo por esse motivo que os primeiros casos de caspa são muitas vezes observados na puberdade. Pode persistir na idade adulta, tornando-se depois gradualmente mais rara a partir dos 50-60 anos de idade.

Por isso, é bastante raro ver caspa em crianças. Por conseguinte, é um fenómeno que afeta principalmente jovens adultos e adultos e com maior frequência os homens, provavelmente devido à ação das hormonas androgénicas (hormonas masculinas).

Que impacto pode ter a caspa?

Ter o cabelo cheio de caspa , apesar de ser totalmente benigna e inócua, pode afetar seriamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem deste problema.

Pode levar a alguns comportamentos típicos:
  • Evitar usar certas cores, porque é mais visível nas cores escuras.
  • Estar constantemente a ver ao espelho se há caspa no cabelo.
  • Tentar não coçar.
  • Recear o que as outras pessoas possam pensar.
  • Estar sempre à procura do produto milagroso!
A caspa é uma fonte de grande preocupação e até de receio, por exemplo, de que possa haver uma relação entre a caspa e a queda de cabelo .

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